Após chilique da filha em restaurante, pai grava relato e viraliza.

Um dos maiores pesadelos de quem tem crianças é ir a um restaurante e o pequeno simplesmente abrir o berreiro e não parar mais. Por mais pacientes que os pais possam ser, nem sempre esta compreensão existe entre os demais clientes do restaurante. Já os pais ficam na dúvida: o que fazer? Como agir? Colocar de castigo ou ir embora? Ignorar ou brigar?
O pai Clint Edwards passou por essa situação recentemente. Ele e a esposa estavam em um restaurante, quando a mãe da pequena a impediu de ficar jogando comida. “Então ela gritou e gritou, e chutou e chutou. Como eu era o único que já havia terminado a refeição, tive o prazer de arrastá-la para fora do restaurante”, contou Clint. Por ver os olhares de reprovação dos demais, ele resolveu gravar um desabafo. “Bem, não. Eu não posso controlá-la. Não o tempo todo. Ainda não. Ela tem 2 anos e levará anos para ensiná-la a como agir de forma apropriada em público, e a única maneira que ensinarei é saindo de casa com ela e mostrando o que é certo e errado. É dizer ‘não’ um milhão de vezes, deixar ela ter um ataque, e dizer ‘não’ de novo”, começa.

“Mas antes de ficar com raiva e julgar, entenda que o que você está testemunhando não são maus pais. Em vez disso, são pais trabalhando duro para consertar a situação. Você está olhando para o que é preciso para transformar uma criança em uma pessoa”, continuou.

O escritor continua o desabafo: “Essas lições levam paciência, trabalho duro e experiências reais do mundo. Sinto muito por quem estava no bar e se irritou com o ataque da minha filha, mas vocês são parte desse exercício.

A identificação de vários pais foi imediata. Em 10 dias, a publicação teve mais de 387 mil reações e 163 mil comentários.

I’m stuck in the van with my toddler. We went out to dinner as a family, and she had a meltdown because mom wouldn’t let her throw chicken strips. So she screamed, and screamed, and kicked and kicked, and since I was the only one finished with my meal, I had the pleasure of dragging her out of Red Robin.

I carried her past the bar and everyone stared at me, most of them childless, I assumed. No one with children would give me that straight faced, lip twisted, look that seems

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